Brasília · DF · Cidade
Loira do Fusca branco de Brasília
A história
José Damião da Silva, conhecido como Mansão do Terror, contou ao Jornal de Brasília que, por volta de 1972, uma mulher loira dirigia um Fusca branco e convidava rapazes para passear. Depois do passeio, ela seguia para o cemitério e revelava que estava morta e que morava ali.
Memória e contexto
A reportagem registra a narrativa de um interlocutor identificado, mas não apresenta um encontro individual datado nem permite afirmar que Damião tenha participado desse passeio. A passagem não menciona a avenida W3, vestido de noiva ou o nome do cemitério. O vínculo com a Loira da W3 e o retorno referido em 2001 permanecem em investigação.
Época referida1972, segundo a lembrança de José Damião; entrevista publicada em 20/09/1992.
Notas e referências
José Damião da Silva → entrevista de Geralda Fernandes → Jornal de Brasília, 20/09/1992, quadro “Mansão do Terror diz o que viu”. 1972 é a época referida pelo narrador, não a data de publicação. A mulher dirige o automóvel e oferece o passeio.
Geralda Fernandes
Fantasmas assombram prédios públicos — Mansão do Terror diz o que viu (abre em nova aba)Voltar ao trecho
Jornal de Brasília · Cidade · Publicação: 20/09/1992Limites da passagem consultada: não há menção à W3, noiva, nome do cemitério ou retorno em 2001. Não foi estabelecida identidade com a passageira fantasma da W3.
Geralda Fernandes
Fantasmas assombram prédios públicos — Mansão do Terror diz o que viu (abre em nova aba)Voltar ao trecho
Jornal de Brasília · Cidade · Publicação: 20/09/1992
Como citar esta ficha
Referência em ABNT · NBR 6023:2025
COSTA, Andriolli de Brites da. Loira do Fusca branco de Brasília. In: COSTA, Andriolli de Brites da. Atlas de Aparições. 2026. Ficha LF130. Disponível em: https://atlas.colecionadordesacis.com.br/fichas/lf130-loira-do-fusca-branco-de-brasilia/. Acesso em: [dia mês ano].
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Sobre as categorias
As categorias podem se sobrepor. Os ícones representam tipos de personagem, não retratos das aparições. Mulher loira que convida rapazes para passear. Ela dirige o carro; a fonte não a apresenta como noiva nem como passageira de táxi.
Notas de pesquisa
Tradição oral recolhida. Recolha jornalística original, com narrador identificado; não equivale a avistamento pessoal confirmado.
- Identificar rua, itinerário e cemitério sem presumir associação com a W3.
- Localizar documentação contemporânea dos anos 1970.
- Verificar a notícia do retorno em 2001 e eventual relação com esta narrativa.
A reportagem registra a narrativa de um interlocutor identificado, mas não apresenta um encontro individual datado nem permite afirmar que Damião tenha participado desse passeio. A passagem não menciona a avenida W3, vestido de noiva ou o nome do cemitério. O vínculo com a Loira da W3 e o retorno referido em 2001 permanecem em investigação.
Fontes geográficas
Atualização editorial: .
